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Consulte a legislação em vigor
Com estima,
A Diretora
Gabriela Machado
CFAE Calvet de Magalhães
- Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=61589252111334
- Instagram: https://www.instagram.com/cfaecalvetmagalhaes/
SWELL PROJECT
- Instagram: https://www.instagram.com/swellcalvetmagalhaes/
- Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=61589217482193
- LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/swell-calvet-magalhaes/
- YouTube: https://youtube.com/@swell.calvetmagalhaes
Os parceiros do projeto SWELL reuniram-se na Universidade Frederick para dar início oficial ao projeto.

SWELL é um projeto europeu Erasmus+ que visa melhorar o bem-estar de educadores e alunos por meio de práticas de aprendizagem inovadoras, democráticas e participativas.
O projeto SWELL, acrônimo para Aprendizagem Autodirigida para o Bem-Estar de Educadores e Aprendizes ao Longo da Vida, concentra-se na aprendizagem autodirigida (AAD) como uma abordagem poderosa para promover a autonomia, o crescimento profissional e ambientes de aprendizagem sustentáveis.
Por meio de pesquisa, colaboração e implementações piloto em diversos contextos educacionais europeus, o SWELL explora como educadores e futuros professores vivenciam a aprendizagem e como a autonomia, a participação e a voz do aluno se conectam ao bem-estar profissional. O projeto reúne universidades, escolas, organizações de formação e redes educacionais para cocriar conhecimento e soluções práticas fundamentadas na prática educacional real.
O SWELL desenvolverá uma estrutura de competências, programas de formação, recursos educativos abertos, cursos online e a Academia SWELL, oferecendo a educadores e aprendizes ao longo da vida ferramentas acessíveis para apoiar a aprendizagem autodirigida e o bem-estar. Será dada grande ênfase à construção de comunidade, à prática reflexiva e à aprendizagem entre pares através de comunidades de prática.
Ao promover abordagens inclusivas, centradas no aluno e orientadas por valores na educação, a SWELL busca contribuir para sistemas educacionais mais sustentáveis e centrados no ser humano, capacitando educadores como cocriadores ativos da aprendizagem, do bem-estar e da mudança educacional.
A Universidade Frederick é a coordenadora do projeto. Os parceiros são: a Universidade de Limerick , na Irlanda; a Universidade de Mons , na Bélgica; a Nova Universidade Búlgara , na Bulgária; a Universidade de Bucareste , na Romênia; o Centro de Formação Calvet de Magalhães , em Portugal; a Europass Teacher Academy – uma Organização Nacional de Formação Profissional Acreditada, sediada na Itália; o Agrupamento de Escolas Manuel da Maia , em Portugal; a Montessori British , na Espanha; a QUEST – uma Rede Educacional Europeia que promove os direitos das crianças na educação na Europa; e a EUDEC – uma Comunidade Europeia de Educação Democrática, com sede na Alemanha, uma rede informal de mais de 200 escolas democráticas na Europa.
Os parceiros associados complementarão ainda mais o impacto do projeto. Entre esses parceiros estão:
- O Ministério da Educação, Desporto e Juventude do Chipre apoiará o projeto SWELL a nível político, bem como a possibilidade de adaptação estrutural dos resultados do projeto.
- O Jardim de Infância Agios Antonios em Limassol, que irá propor a Academia aos seus professores,
- A Escola Florestal Tree-gether, que trabalhará em cooperação com a Universidade Frederick para garantir um ambiente prático onde as práticas da Academia serão testadas,
- O Instituto Pedagógico do Chipre apoiará o desenvolvimento científico do currículo e sua aplicação no Chipre.

A Diretora do Centro de Formação Calvet de Magalhães
Gabriela Alexandra de Oliveira Machado
DIVULGAÇÃO
Capacitação Digital de Docentes – Nível 2
Professores do Ensino Básico, Secundário e Professores de Educação Especial
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores do Ensino Básico, Secundário e Professores de Educação Especial
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa ...
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Ref. 128TIC 26/27.07 Inscrições abertas até 23 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC- 135061/25
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 24 de Setembro de 2026
Fim: 5 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Online através da plataforma ZOOM/Esc. Sec. Rainha D. Amélia
Formador
Paula Rolo Abrantes
Destinatários
Professores do Ensino Básico, Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Ensino Básico, Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores do Ensino Básico, Secundário e Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Calvet Magalhães
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.
Conteúdos
- Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.
Metodologias
Presencial- As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Trabalho autónomo - Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Modelo
Aplicação de inquéritos por questionários aos formandos e aos formadores.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME.
Anexo(s)
Observações
Todos os Formadores desta Oficina de Formação, realizaram a Ação de Formação: "Formação de Formadores de Capacitação Digital de Docentes" com o número de acreditação CCCFC/ACC-108771/20, promovida pela Direção Geral de Educação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-09-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 21:30 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 08-10-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 4 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 21:30 | 4:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Gestão e Mediação de Conflitos em Contexto Escolar (FaD)
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;
Curso
25,0 horas
b-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
“O conflito é intrínseco ao ato de viver/conviver, faz parte da nossa história pessoal e social” refere Gaspar (2009, p.115), definição que serve de mote à exploração da temática - Gestão e mediação de conflitos em contexto escolar.
Abordar o conflito é abordar a diferença individual e as formas de ...
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Ref. 233FEGOE 26/27.01 Inscrições abertas até 27 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134770/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 28 de Setembro de 2026
Fim: 26 de Outubro de 2026
Regime: b-learning
Local: Online através da plataforma ZOOM Calvet de Magalhães/Escola Secundária Marquês de Pombal
Formador
Maria Joana de Santos Inácio Vicente
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Calvet de Magalhães
Enquadramento
“O conflito é intrínseco ao ato de viver/conviver, faz parte da nossa história pessoal e social” refere Gaspar (2009, p.115), definição que serve de mote à exploração da temática - Gestão e mediação de conflitos em contexto escolar. Abordar o conflito é abordar a diferença individual e as formas de reação à divergência. As competências exigidas para a gestão e mediação de conflitos implicam esta assunção e a abertura à experimentação da vivência do conflito como algo normativo e subjacente à condição humana. A mediação de conflitos constitui-se como uma técnica de negociação colaborativa que convida a aplicação de competências socio-emocionais por parte do mediador, elemento facilitador do processo transformativo do conflito. No contexto educativo, a escola encerra em si a responsabilidade de promover uma cultura de bem-estar e de saúde mental que poderá aliar ações preventivas como a criação de clube de mediadores entre pares. Paralelamente, o desenvolvimento profissional contínuo do docente convida à atualização de práticas educativas em torno da gestão e mediação de conflitos em contexto escolar. A presente ação confere, assim, a possibilidade de reciclar conhecimentos e treinar competências que fomentem práticas colaborativas e dialógicas na gestão e resolução de conflitos em contexto escolar, reforçando o papel do docente como termóstato e facilitador de ambiente reparador e pedagógico.
Objetivos
Práticas Educativas dialógicas na gestão e mediação de conflitos em contexto escolar. Assim, pretende-se que os formandos possam: • Identificar tipos de conflito, o ciclo do conflito, elementos de análise do conflito e estilos de abordagem ao conflito • Reconhecer técnicas de gestão de conflito e caracterizar a mediação como técnica de negociação colaborativa • Identificar etapas do processo de mediação de conflitos • Treinar competências socio-emocionais no contexto da mediação de conflitos em meio escolar
Conteúdos
Conflito e Mediação: da conceção de conflito aos modelos de intervenção disciplinar, mediador e dialógico (15h) • Definição de conflito e dupla visão de conflito • Tipos de conflito e elementos de análise do conflito (pessoa, processo, problema) • O ciclo do conflito: da situação stressora aos sentimentos, comportamentos e (re)ações dos intervenientes • Técnicas de gestão de conflitos: da mediação ao modelo dialógico • Mediação de conflitos: definição, processo e etapas • Estudos de caso e aplicação da técnica de negociação colaborativa As competências socioemocionais na gestão e mediação de conflitos (10h) • As competências e as atitudes do mediador • Estilos de comunicação e escuta ativa • Empatia e autorregulação emocional
Metodologias
Metodologias predominantemente ativas que conduzam à reflexão-ação sobre os conteúdos veiculados. Das metodologias e técnicas ativas destacam-se o brainstorming, estudo de casos, vídeos e exploração de recursos pedagógicos e didáticos, dinâmicas de grupo e tertúlias dialógicas.
Avaliação
Avaliação formativa contínua assente nos critérios de participação, realização e participação das atividades e tarefas de aprendizagem. A avaliação final culminará na realização de um relatório final individual que sustente uma reflexão sobre os conteúdos ministrados e sua aplicabilidade na prática docente. - Participação: 30% - Tarefas de Aprendizagem: 50% - Relatório Final: 20%
Modelo
Aplicação de inquéritos por questionários aos formandos e aos formadores.
Bibliografia
Beer, J. E. & Stief, E. (1997). The mediator’s handbook. (3rd ed.). New Society Publishers. Carita, A. & Fernandes, G. (2012). Indisciplina na sala de aula. (4ªed.). Editorial Presença. Cunha, P. & Leitão, S. (2012). Manual de gestão de construtiva de conflitos. (2ªed). Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa. Gaspar, J. (2009). Mediação de conflitos numa escola básica dos 2º e 3º ciclos. In A. Costa e Silva & M. Moreira (Org.), Formação e mediação sócio-educativa: Perspectivas teóricas e práticas (pp.115-121). Porto: Areal Editores. Torrego, J. C. (Coord). (2003). Mediação de conflitos em instituições educativas: Manual para formação de mediadores. Edições Asa.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 08-10-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 7 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Educação STEAM - Uma abordagem transversal para a aprendizagem ativa
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Oficina
50,0 horas
b-learning
o Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Para planear, desenvolver e avaliar as atividades, projetos ou recursos associados à educação STEAM, os educadores devem, acima de tudo, compreender a importância da transversalidade de temáticas das áreas das Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, fomentando a aprendizagem associada a uma ...
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Ref. 245TIC 26/27.05 Inscrições abertas até 27 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127055/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 28 de Setembro de 2026
Fim: 23 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Online através da plataforma ZOOM/Esc. Sec. de Fonseca Benevides
Formador
Paula Rolo Abrantes
Destinatários
o Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de o Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Calvet Magalhães
Enquadramento
Para planear, desenvolver e avaliar as atividades, projetos ou recursos associados à educação STEAM, os educadores devem, acima de tudo, compreender a importância da transversalidade de temáticas das áreas das Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, fomentando a aprendizagem associada a uma abordagem holística. Para facilitar a sua tarefa, é importante que estes educadores adquiram hábitos de colaboração durante a planificação e o desenvolvimento das dinâmicas STEAM, que devem estar relacionadas com o mundo real, propondo-se também a partilha entre pares para que outros as possam utilizar depois de adaptadas e enquadradas ao seu contexto. Esta abordagem alinha-se com a visão da educação do século XXI, promovendo não apenas o conhecimento disciplinar, mas também competências transversais, essenciais para o sucesso na sociedade atual (P21, 2007). Nestas dinâmicas, devem utilizar-se as metodologias de aprendizagem ativa de trabalho de projeto, que permite desenvolver nos alunos não só as competências do espírito crítico, criatividade, colaboração e comunicação, mas também as competências socio-emocionais, que preparam futuros cidadãos, na sua plenitude, para desafios pessoais, sociais e profissionais, capacitando-os das ferramentas essenciais para a aprendizagem ao longo da vida (OECD, 2021). A avaliação dos conhecimentos adquiridos pelos estudantes deve ser contínua e privilegiar o seu caráter formativo e regulador das aprendizagens.
Objetivos
1. Caracterizar modelos e abordagens ativas para a educação STEAM; 2. Caracterizar a metodologia de trabalho de projeto em educação STEAM; 3. Integrar os princípios dos Ambientes Educativos Inovadores (AEI) na abordagem STEAM; 4. Análise de atividades e projetos em Educação STEAM; 5. Planificar, implementar e avaliar atividades e projetos em educação STEAM.
Conteúdos
Conteúdos da ação ⮚ Princípios para a Educação STEAM enquanto prática inovadora ⮚ Modelos de integração das áreas STEAM ⮚ Metodologia de trabalho de projeto em Educação STEAM ⮚ Potencialidades da Educação STEAM: o Competências cognitivas e socioemocionais o Trabalho colaborativo e coadjuvação o Integração de conteúdos o Metodologias de aprendizagem ativa ⮚ Cenários de aprendizagem ativa numa perspetiva STEAM: o Características dos cenários de aprendizagem ativa o Modelos para a criação de cenários de aprendizagem ativa o Partilha e discussão dos cenários de aprendizagem ativa criados
Metodologias
Presencial: - Apresentação de conteúdos e debate sobre a mais-valia do que se pretende que seja uma prática pedagógica inovadora e potenciadora de aprendizagens significativas; - Exibição de apresentações digitais e de pequenos filmes promotores de debates em pequenos grupos e/ou grupo alargado; - Trabalhos de projeto em grupo reduzido; Apresentação dos produtos finais ao grupo alargado. Trabalho Autónomo: Criação de Cenários de Aprendizagem; Aplicação em Contexto de Sala de Aula; Partilha e Reflexão Conjunta em grupo alargado.
Avaliação
Os formandos serão classificados na escala de 1 a 10. 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas; 3) qualidade da realização dos trabalhos práticos propostos; 4) Relatório reflexivo individual.
Modelo
Aplicação de inquéritos por questionários aos formandos e aos formadores.
Bibliografia
Aguilera, D., & Ortiz-Revilla, J. (2021). STEM vs. STEAM Education and Student Creativity: A Systematic Literature Review. Education Sciences, 11, 331. https://doi.org/10.3390/educsci11070331 Bybee, R. (2010). Advancing STEM education: a 2020 vision. Technology and Engineering Teacher, 70(1), 30–35. https://www.proquest.com/docview/853062675?pq-origsite=gscholar&fromopenview=true Hsu, Y.-S., Fang, S.-C. (2019). Opportunities and Challenges of STEM Education. In Y.-S. Hsu & , S.-C. Fang (Eds.), AsiaPacific STEM Teaching Practices (pp. 1-16). Springer International Publishing. Martins, G. O., Gomes, C. S., Brocardo, J. L., Pedroso, J. V., Carrillo, J. L., Ucha, L. M., Encarnação, M., Horta, M. J., Calçada, M. T., Nery, R. V., & Rodrigues, S. V. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. OECD (2021). Inquérito às competências sociais e emocionais (SSES): Sintra (Portugal). https://www.oecd.org/education/ceri/social-emotional-skills-study/PRT-sses-sintrareport.pd
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 3 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 4 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 02-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 09-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 16-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 23-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Português Língua Não Materna: implementação, desenvolvimento e avaliação
Professores dos grupos 110, 200, 210, 220, 300, 920
Oficina
50,0 horas
Presencial
Professores dos grupos 110, 200, 210, 220, 300, 920
O estudo “Avaliação de impacto e medidas prospetivas para a oferta do Português Língua Não Materna (PLNM) no Sistema Educativo Português”, http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/EBasico/PLNM/estudo_plnm.pdf, revela graves lacunas na formação dos docentes, no que concerne o ensino do Português ...
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Ref. 244PPD 26/27.05 Inscrições abertas até 2 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141181/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 3 de Outubro de 2026
Fim: 21 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas do Restelo- Escola Sede
Formador
Tiago Miguel Neves da Silva Machete
Destinatários
Professores dos grupos 110, 200, 210, 220, 300, 920
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 110, 200, 210, 220, 300, 920. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 110, 200, 210, 220, 300, 920.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Calvet Magalhães
Enquadramento
O estudo “Avaliação de impacto e medidas prospetivas para a oferta do Português Língua Não Materna (PLNM) no Sistema Educativo Português”, http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/EBasico/PLNM/estudo_plnm.pdf, revela graves lacunas na formação dos docentes, no que concerne o ensino do Português como Língua Não Materna. Constatase que, no ensino básico, 84% dos professores que lecionam o PLNM nos 2.º e 3.º ciclos e 96% dos professores do 1.º ciclo não têm formação específica em ensino do PLNM (páginas 37 a 40). Estas lacunas de formação na área estendem-se aos coordenadores de PLNM (páginas 37 e 38 do estudo), sendo que 83% dos coordenadores de PLNM não têm formação específica nesta área. Por si só, as lacunas formativas acima referidas constituem, no nosso entender, razões suficientes para a criação desta oficina de formação, porém, os problemas relacionados com o ensino do PLNM agravam-se à medida que progredimos na leitura do estudo, nomeadamente a dualidade de critérios na implementação do PLNM ou as taxas de insucesso escolar que, em alguns casos, chegam perto dos 40% (página 31 do estudo). Para além dos aspetos referidos no estudo, também devemos considerar o recente fenómeno de imigração, que origina um aumento da população escolar falante de PLNM. Deste modo, torna-se fundamental disponibilizar uma oferta formativa de qualidade, que permita preparar os docentes para esta realidade.
Objetivos
No final do curso de formação, os formandos deverão ser capazes de: (1) Distinguir conceitos essenciais e relacioná-los com situações reais; (2) Conduzir o processo de sinalização dos alunos falantes de PLNM; (3) Identificar e interpretar o suporte legislativo; (4) Relacionar o suporte legislativo com casos reais; (5) Reconhecer a importância e utilidade do Quadro Europeu Comum de Referência para as línguas; (6) Identificar os diferentes níveis de proficiência linguística; (7) Reconhecer a importância e utilidade do Portfolio Europeu de Línguas; (8) Identificar as fases do processo de avaliação dos alunos; (9) Produzir os necessários instrumentos de avaliação dos alunos; (10) Produzir e adaptar materiais didáticos para o desenvolvimento da compreensão e expressão oral e da compreensão e expressão escrita, adequados ao perfil sociolinguístico dos alunos; (11) Planificar e construir sequências de atividades didáticas.
Conteúdos
1 – Conceitos fundamentais: português língua materna, português língua segunda, português língua estrangeira, português língua de herança, português língua oficial, português língua nacional, português língua de escolarização, português língua não materna; 2 – Análise do suporte legislativo; 3 – O Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas; 4 – O Portefólio Europeu de Línguas; 5 – O perfil sociolinguístico; 6 – Avaliação da proficiência linguística. 7 – Orientações metodológicas para o trabalho de compreensão e produção oral; 8 – Orientações metodológicas para o trabalho de compreensão e produção escrita; 9 – Modelo de percurso didático.
Metodologias
1.º Momento presencial (6 horas): em grupo, definir conceitos, analisar a legislação e explorar os documentos de referência. Presencial (1 hora): breve comunicação individual 2.º Momento presencial (6 horas): em grupo, contruir um instrumento de avaliação da proficiência linguística. Presencial (1 hora): breve comunicação individual sobre as dificuldades sentidas. 3.º Momento presencial (7 horas): em grupo, contruir materiais didáticos. Presencial (3 horas): apresentação dos materiais construídos e resultado da sua aplicação; 4.º Momento presencial (1 hora): avaliação. Trabalho autónomo (6 horas): investigação individual (os aspetos estudados estão a ser postos em prática no agrupamento de escolas?) Trabalho autónomo (6 horas): experimentar o instrumento de avaliação construído. Trabalho autónomo (10 horas): Construir e aplicar os materiais didáticos. Trabalho autónomo (3 horas): relatório crítico individual.
Avaliação
Parâmetros em avaliação: A) Participação na ação (contributos; intervenção nas sessões). B) Trabalhos/produtos desenvolvidos (observação de práticas; portefólio de exercícios; plano de trabalho individual; Aplicação de competências ao contexto - plano de intervenção; avaliação de práticas e materiais de apoio; (re)construção de unidades didáticas). C) Reflexão individual sobre o percurso formativo desenvolvido.. A Classificação de cada formando será realizada por níveis de desempenho na escala de 1 a 10.
Modelo
Aplicação de inquéritos por questionários aos formandos e aos formadores.
Bibliografia
BILLIEZ, J. (coord). De la didactique des langues à la didactique du plurilinguisme. 1998. CANALE, M. & Swain, M. “Theoretical bases of communicative approaches to second language teaching and testing”, Applied Linguistics 1.1., 1980. Conselho da Europa, Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas - Aprendizagem, ensino, avaliação; Porto; Edições ASA; 2001. Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular; Aprendizagens Essenciais nível A1; 2018. http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/PLNM/plnm_a1_ff.pdf Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular; Aprendizagens Essenciais nível A2; 2018. http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/PLNM/plnm_a2_ff.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 21-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 14:00 | 5:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
A Sala de Aula Invertida e o desenvolvimento das competências digitais
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;
Oficina
50,0 horas
b-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Esta formação decorre da necessidade de introdução de novas metodologias em contexto de sala de aula, veiculado pelos documentos “O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória”. Os conteúdos desta oficina centrar-se-ão no cruzamento entre a metodologia da aula invertida e o recurso a diferentes ...
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Ref. 214TIC 26/27.06 Inscrições abertas até 5 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-124283/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 6 de Outubro de 2026
Fim: 24 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Online através da plataforma ZOOM/Esc. Sec. de Fonseca Benevides
Formador
Paula Rolo Abrantes
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Calvet Magalhães
Enquadramento
Esta formação decorre da necessidade de introdução de novas metodologias em contexto de sala de aula, veiculado pelos documentos “O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória”. Os conteúdos desta oficina centrar-se-ão no cruzamento entre a metodologia da aula invertida e o recurso a diferentes aplicações web, contribuindo para uma otimização do tempo, por parte dos professores, para uma melhoria dos resultados escolares, por parte dos alunos que, neste processo, se tornam os protagonistas das suas próprias aprendizagens.
Objetivos
No final da ação, os formandos devem ser capazes de: Definir o conceito de Flipped Classroom; Diferenciar a metodologia tradicional do modelo de Flipped Classroom; Conhecer e aplicar as diferentes ferramentas necessárias para implementar o Flipped Classroom na sala de aula; Identificar as vantagens e as desvantagens da aplicação da metodologia de sala de aula invertida; Reconhecer o papel do professor e dos alunos na sala de aula invertida; Escolher as ferramentas digitais de sala de aula invertida Discutir sobre as experiências de sucesso nacionais e internacionais sobre a aplicação da metodologia Flipped Classroom Planificar uma sequência de aprendizagem, integrando diferentes competências e aprendizagens essenciais. Desenvolver trabalho colaborativo, contribuindo para a inovação pedagógica. Promover competências relacionadas com a ética e a Cidadania Digital.
Conteúdos
Módulo 1 - Exploração do conceito de Sala de Aula Invertida e do acrónimo BYOD (6 horas) Sessão presencial (3 horas): Apresentação da ação na modalidade de Oficina, conteúdos programáticos e explicitação do modo como se processa a avaliação; Questões de ética na era digital; O conceito de Sala de Aula Invertida; Vantagens e limitações do modelo Sala de Aula Invertida. Sessão síncrona (3 horas): Aplicação prática do modelo de Sala de Aula Invertida; O conceito de BYOD (“Bring Your Own Device”) – “Mobile Learning”. Módulo 2 - Ferramentas da Web com potencial para a metodologia da Sala de Aula Invertida (9 horas)Sessão presencial (3 horas): Ferramentas baseadas na Web (conceito e potencialidades) Ferramentas para cooperar: Flipgrid; Genially Sessão síncrona (3 horas): Ferramentas baseadas na Web (conceito e potencialidades): Ferramentas para colaborar: Google Slides. Sessão síncrona (3 horas): Ferramentas baseadas na Web (conceito e potencialidades): Ferramentas para avaliar: Plickers Módulo 3 - Planificação de aula(s) com recurso à metodologia da Sala de Aula Invertida; Partilha e reflexão (10 horas) Sessão síncrona (4 horas): Planificação de uma sequência de aprendizagem que tenha por base o modelo de Sala de Aula Invertida. Este trabalho será dinamizado em pequenos grupos. Sessão síncrona (3 horas): Ferramentas nas didáticas específicas de cada grupo de docentes. Sessão presencial (3 horas): Apresentação dos trabalhos implementados pelos formandos, em contexto de sala de aula; Partilha de experiências.
Metodologias
PRESENCIAL: apresentação dos conteúdos programáticos, avaliação e questões de ética na era digital. Conceito de Sala de Aula Invertida; vantagens e eventuais limitações. Exploração de diferentes ferramentas digitais. Apresentação dos trabalhos implementados pelos formandos. SÍNCRONO: apresentação dos conteúdos, exploração orientada da metodologia de Sala de Aula Invertida e recursos digitais. Reflexão, tendo por base a documentação nacional e internacional, sobre a metodologia de Sala de Aula Invertida, assim como aspetos relativos à utilização de ferramentas digitais em contexto de sala de aula. Os formandos planificarão um cenário de Sala de Aula Invertida, que será avaliado pelos pares. No produto final, os formandos terão de planificar e aplicar uma sequência de aprendizagem.
Avaliação
Avaliação contínua tendo em conta os seguintes parâmetros: Participação e empenho nas tarefas propostas – 40% Realização das tarefas propostas no decurso das sessões presenciais = 10% Participação na avaliação de pares = 10% Apresentação da sequência de aprendizagem = 20% Produção de um trabalho e/ou reflexão crítica - 60% Qualidade da planificação elaborada = 20% Implementação da sequência de aprendizagem construída = 25% Qualidade do relatório de reflexão crítica = 15% A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.
Modelo
Aplicação de inquéritos por questionários aos formandos e aos formadores.
Bibliografia
Carvalho, A. A. A (2018). Formação docente na era da mobilidade: metodologias e aplicativos para envolver os alunos rentabilizando os seus dispositivos móveis. Tempos e espaços em Educação, 11(01), pp. 25-36. Retirado de https://seer.ufs.br/index.php/revtee/article/view/10047 Decreto-Lei n.º 55/2018 de 6 de julho da Presidência do Conselho de Ministros. Diário da República: Série I, n.º 129 (2018). Retirado de: https://dre.pt/home/-/dre/115652962/details/maximized. Martins, G. O., Gomes, C. A. S., Brocado, J. M. L., Pedroso, J. V., Carrillo, J. L. A., Silva, L. M. U., Encarnação, M. M. G. A., Horta, M. J. V., Calçada, M. T. C. S., Nery, R. F. V, & Rodrigues, S. M. C. V. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação e Ciência. Retirado de https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf OCDE (2018). The future of education and skills - Education 2030. Disponível em https://www.oecd.org/education/2030/E2030%20Position%20Paper%20(05.04.2018).pdf Acedido a 12/01/2021. UNESCO (2018). Skills for a connected world – report of the UNESCO Mobile learning week 2018. Paris: United Nations Education, Scientific and Cultural Organization. Retirado de http://unesdoc.unesco.org/images/0026/002658/265893E.pdf.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 3 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 4 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 24-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
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